top of page

Água "potável" está contaminada por PFAs?

Atualizado: 20 de jul. de 2023



Encontrados em embalagens de fast food, utensílios antiaderentes, maquiagem à prova d’água, roupas, adesivos, espumas de combate a incêndio e outros, os PFAs (substâncias perfluoroalquiladas e polifluoroalquiladas) são compostos químicos organohalogenados. São altamente tóxicos, classificados como poluentes orgânicos persistentes, ou seja, permanecem no meio ambiente e no organismo de animais e seres humanos por muito tempo.

Essas substâncias, conhecidas como “contaminantes eternos”, podem afetar a reprodução e o desenvolvimento dos seres humanos, bem como o funcionamento do sistema imunológico, podendo também interferir na eficácia das vacinas e causar danos ao fígado e aos rins. Além disso, pesquisas sugerem que eles induzem o estresse oxidativo e modulam os efeitos mediados por receptores. Isso significa que eles têm alto potencial cancerígeno. Segundo especialistas, a meia-vida das PFAs em humanos varia de 2,7 a 5,3 anos.

Um estudo publicado pelo Serviço Geológico dos EUA (USGS), calculou que ao menos um PFAS pode ser detectado em aproximadamente 45% da amostra de água potável dos Estados Unidos. Os resultados também apontam que a probabilidade de detecção dessas substâncias é, em média, de 8% em zonas rurais e até 70% em zonas urbanas. Os produtos químicos podem atingir o abastecimento de água por meio de descargas industriais e lixiviação de aterros sanitários

A Agência de Proteção Ambiental (EPA, da sigla em inglês) oferece dicas de opções de tratamento em casa. Os filtros, incluindo aqueles com tecnologia de osmose reversa, carvão ativado e troca iônica, demonstraram ser altamente eficazes para removê-los. Também, aconselhou que a água potável não contenha mais de 0,004 partes por trilhão de ácido perfluorooctanóico e 0,02 partes por trilhão de ácido perfluorooctanossulfônico. Antigamente, a agência havia informado que a água potável não continha mais de 70 partes por trilhão de produtos químicos.

Alguns grupos da indústria criticaram o regulamento proposto, afirmando que foi criado um padrão impossível que custará bilhões de dólares aos fabricantes e às agências municipais de água, pois as indústrias teriam que parar de descarregar os produtos químicos em cursos d'água, e as concessionárias de água teriam que testar os produtos químicos PFAS e removê-los. Segundo eles, as comunidades com recursos limitados serão as mais atingidas pela nova regra.

 
 
 

Comentários


Mapa do site

Home

Sobre nós

Soluções Ambientais

Projetos

Notícias

Áreas de Atuação

Licenciamento Ambiental

Gerenciamento de Áreas Contaminadas

Geologia, Hidrogeologia e Geotecnia

Estudos e Projetos Ambientais

Assessoria Ambiental

Contato

contato@libraambiental.com.br

(47) 3023-6361 | (47) 99743-9237

Endereço

Rua Anita Garibaldi, 478. Sala 02

Joinville/SC - CEP: 89203-300

Nos Acompanhe nas
Redes Sociais

  • Facebook
  • Twitter
  • LinkedIn
  • Instagram

© 2025 Libra Engenharia Ambiental - Todos os Direitos Reservados.

Desenvolvido por ESTUDIO 1

bottom of page